Vocês sabem que, na versão edulcorada, para consumo popular, o socialismo é o modelo da igualdade, né? Todos seriam beneficiados igualmente com os bens produzidos pela sociedade. Esse era o ideal. No mundo real, o socialismo distribuiu carências e igualou os homens segundo a falta de bens e direitos — exceção feita, claro, aos dirigentes do partido.
As correntes do chamado Direito Alternativo, que começam a ocupar funções cada vez mais importantes no estado, são a versão jurídica do socialismo. No mundo ideal, querem garantir justiça a todos, pondo um fim às discriminações. E obtêm resultados similares aos obtidos por seus colegas socialistas: miséria legal, sem distinção, para ricos e pobres. Ou seja: os humildes continua a ter seus direitos desrespeitados. O conforto, para eles, é saber que os ricos também pagam o pato.
Em vez de justiça a todos, contentam-se com a injustiça igualmente distribuída. E parte da imprensa aplaude. Depois do Direito Achado na Rua, temos o Direito Jogado no Lixo.
Não obstante a imensa quantidade de provas, os ocidentais de jeito nenhum querem enxergar a realidade da nossa civilização. Ninguém quer ver que tudo de ruim que estamos vivendo foi pensado, projetado e implantado por grupos interessados na escravidão total, na servidão de todos e no nascimento do novo ser humano - o ser não-humano, escravo do mal.
Vejo isto em uma pessoa de minha família e no seu grupo de "amigos". Desligada do universo que a cerca, esta pessoa enfia-se em Yoga, treinamentos "espirituais" tibetanos, saídas (fugas, na verdade) do corpo regadas a incenso e música sufi. Todo mundo tem alguém por perto metido em grupos nestas atividades. Eu os resumo como grupos de idiotas úteis, tipo de soldado raso já conhecido por nós, cheios de agentes infiltrados vendendo o Oriente como solução mágica para "os males do Ocidente", como se os males do Oriente fossem inexistentes.Ou, como se o pessoal de lá tivesse algo a dar para nós aqui enquanto solução para o que quer que seja. E nunca, nunca (do verbo "jamais") ninguém mexe um cabelo do corpo para preservar a nossa cultura, que dirá valorizá-la. Sugeri aos "amigos" que ao invés de estudarem e praticarem o Oriente, que estudassem os santos da Igreja e praticassem o Ocidente. A cara que fizeram foi de arrepiar!
Será que estes idiotas úteis ao projeto de implosão do Ocidente e, portanto, inúteis para o Ocidente, sabem que em Xangai existem imensos hospitais com instrumental no estado da arte em medicina ocidental? Que chineses endinheirados vão a estes ou para o Ocidente quando precisam de cuidados médicos? Que os japoneses cortavam a cabeça dos outros e ainda cometem suicídio rituais, tudo em nome da honra, o que significa por definição que a vida para estes idiotas úteis do código de honra dos samurais (Bushido) está restrita ao seu código de honra? Que patrão mais cretino é este?
Nossa civilização está muito além disso enquanto compreensão da Graça Divina que é a vida! E as culturas da América pré-colombiana, arrancando corações dos vizinhos (claro, não iriam arrancar os das suas esposas, filhas e filhos) em nome de monstros retratados em estátuas que mais se parecem o demônio? Os beduínos e o haxixe, todo mundo drogado e se elevando até onde seus cérebros microscópicos podem levá-los, ou seja, no máximo até os fenômenos da Criação, coisa de criança que não entende que a Vida vai muito além do que o ser humano pode perceber, mesmo que completamente drogado? E drogas, aliás, ao contrário do que dizem, levam a criatura para os porões da percepção; quem não sabe disto? Alguém já ouviu falar em Jesus Cristo usando drogas para se ligar com o Pai? Quanta estupidez, que coisa nojenta, que bando de monstros estes que não entendem o Presente que ganharam por terem nascido dentro da melhor civilização que jamais existiu, a Ocidental! Os satanistas de Marx vão arrancar a barba com pinça agora: qual civilização criou um sistema que permitiu ao ser humano melhorar sua vida em todos os aspectos através do mérito e dedicação, sistema este chamado CAPITALISMO? Quando isto foi feito EM BLOCO, implantado como uma ferramenta para todos os cidadãos? Isto nunca antes aconteceu!!!
Tenho pensado em duas coisas ultimamente. Uma, que a briga principal com os satanistas de Marx e seus idiotas úteis citados acima será "mais no alto", nas esferas onde moram os Valores Eternos. A outra é que o Ocidente precisa ser sacudido na briga secundária, a sangrenta. Mas sacudido com muita força, para valer mesmo. Assim, o ocidental médio ou abaixo disto vai "ver sumir", se perdermos as brigas, o que nossos avós construíram com tanto trabalho, suor e lágrimas. E receberão como presente o Oriente. Coisa linda, né? Cadáveres boiando nos rios, mulheres empacotadas e andando atrás de seus proprietários que as usam do jeito que querem, imposição de castas - é, no Oriente você nasce, cresce e morre em uma casta e muito mais.
Quando não damos valor ao que temos, fruto de estupidez, canalhice e analfabetismo crônico, estamos fadados a perder o que possuímos.
As chances estão acabando: OCIDENTE-SE!!! Ou morra literalmente, ou em vida.
Paraguai dá prazo ao Brasil para a questão da energia de Itaipu
"O Paraguai aguarda uma "saída amistosa" com o Brasil até 15 de agosto antes de recorrer à justiça internacional, na tentativa de obter melhor preço pela energia que vende a seu sócio da hidrelétrica binacional Itaipu, afirmou nesta sexta-feira o porta-voz do governo, Ricardo Canese. "As negociações estão praticamente no zero. A partir de 15 de agosto pensamos em apelar para outros caminhos", destacou Canese em entrevista à imprensa. "O Paraguai não pode renunciar à soberania; precisamos chegar a um preço justo", destacou o funcionário, nomeado pelo presidente Fernando Lugo para dirigir as negociações com o Brasil..."
► Há poucos minutos, um colega de Foz do Iguaçu mandou que eu me incluísse no comentário que eu fiz sobre as monarquias republicanas brasileiras e como eu entendo que ele pensa que eu tenho sangue nobre por causa do "apelido" prussiano, peço ao foziguaçuense que reconsidere sua incompreensão e veja que eu estou aqui tentando abrir-lhe os olhos, pois o padre Lugo quando fala que irá "apelar a outros caminhos", talvez você, na sua "inocência" nem imagine quais sejam... talvez até imagine, visto que você elevou o nível de adoração a Lula, passando a ser o eleitor de voto de número 93 para um PT excelente e o voto de número 64 para um Lula excelente, ambos existentes somente na sua cabeça e na de outros milhares que pensam assim... mas ao colega paranaense e aos demais, necessário que se entenda que há muito tempo a via campesina está se mobilizando naquela região da tríplice fronteira, que é um local conturbado e por onde as forças de sustentação do foro de São Paulo iniciarão suas inquietações, até porque é uma região de íntima ligação com o terrorismo islâmico, por financiá-lo e por aglutinar células terroristas em arejamento... como temos bola de cristal para essa gentalha do foro, presumivelmente frente às câmeras, Lugo e sua equipe de governo jogarão para a platéia, travestindo-se de pobres coitados ameaçando pedir socorro aos organismos internacionais, todos já dominados pela esquerdização islâmica, não sendo esta a rotina que se dará nos campos infestados pelas ratazanas dos movimentos paraguaios, brasileiros e da jihad, ávidos por transformarem em desterro a terra do colega que mandou eu me incluir como coronel de curral eleitoral...
Ato na Ponte da Amizade defende ?soberania popular? e reforma agrária
Evandro Fadel, CURITIBA
Integrantes do Movimento dos Sem-Terra (MST) brasileiro e de movimentos populares do Paraguai uniram-se na manhã de ontem, no meio da Ponte da Amizade, que liga Foz do Iguaçu a Ciudad del Este, para um manifesto pela soberania energética e pela reforma agrária nos dois países. O trânsito no local ficou interrompido por cerca de uma hora e meia. A Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Federal acompanharam a manifestação, que foi realizada de forma pacífica.
"É um momento histórico de integração dos povos", disse um dos líderes do MST no oeste do Paraná, Nildemar da Silva. O grupo brasileiro saiu de Foz do Iguaçu em uma marcha de 5 quilômetros e postou-se no meio da ponte. Do outro lado, integrantes do Conselho Nacional de Organizações Populares, Movimento dos Sem-Teto do Paraguai e Frente Social Popular também fizeram caminhada semelhante.
Ao se encontrarem na ponte, os manifestantes cantaram os hinos dos dois países, fizeram a troca de bandeiras e os líderes discursaram. "Com essa crise no mundo inteiro, a saída é a justiça no uso da energia e a reforma agrária", afirmou Silva.
O líder não quis entrar na discussão sobre o pedido paraguaio pela revisão do Tratado de Itaipu - assinado em 1973 e no qual o Paraguai se obrigou a vender o excedente energético ao Brasil até 2023. ."O que queremos é a soberania popular energética", ressaltou. "A energia tem de estar a serviço dos trabalhadores, da grande massa que fica desassistida."
MOMENTO OPORTUNO
De acordo com o líder do MST, o Paraguai está vivendo um momento oportuno para que seja feita a reforma agrária. "É justo que seja feita a reforma agrária e é preciso pressionar para que o governo faça", argumentou. "As oligarquias brasileira e paraguaia roubaram a população."
A manifestação teve também como objetivo sensibilizar as pessoas que participam, em Foz do Iguaçu, do seminário Crise - Desafios e Soluções na América do Sul, promovido pelo governo do Paraná. "Colocamos a preocupação e queremos uma solução, é um bom programa para se discutir", propôs o líder sem-terra.
FRASE
Nildemar da Silva Líder do MST no PR
"É justo que seja feita a reforma agrária e é preciso pressionar para que o governo faça. As oligarquias brasileira e paraguaia roubaram a população"
Gay brasileiro, alegando “perseguição” no Brasil pró-sodomia, pede asilo nos EUA pró-sodomia
Aguinaldo Silva, escritor de novelas da Rede Globo, inventou na sua novela “Duas Caras” cenários onde evangélicos são violentos, irracionais e perigosos contra quem pratica o homossexualismo. E os homossexuais são pintados como anjinhos inocentes…
Diante de cenários desse tipo, qualquer país deveria dar asilo às “vítimas”. O grande problema é que as verdadeiras vítimas das novelas de Aguinaldo Silva — e da Rede Globo em geral — são os evangélicos, que sofrem todos os tipos de caracterizações preconceituosas.
Aguinaldo Silva tem desculpa para o seu trabalho sujo. Ele sempre foi militante esquerdista e homossexual. Tal é o trabalho da esquerda contra os cristãos e seus valores: difamá-los, sujá-los, maltratá-los e, na fase final, chegar ao nível da tortura e martírio.
A Rede Globo tem a obsessão homossexual do governo Lula. Enquanto o governo Lula tem um programa oficial chamado “Brasil Sem Homofobia” — que doutrina a população brasileira a amar a sodomia acima de Deus e da Bíblia —, a política não-oficial da Globo é “Globo Sem Homofobia” e “Globo Sem Deus”, igualmente doutrinando, através de novelas e outros programas, a população brasileira a amar a sodomia acima de Deus e da Bíblia.
Imagine se fosse o contrário. Imagine se a Globo tivesse uma política não oficial “Globo Sem Gays”. Os militantes gays demonstrariam a mesma educação e civilidade que os evangélicos mostram quando as novelas globais retratam os evangélicos como neandertais briguentos cujo único desejo na vida é bater e matar montões de homossexuais?
Eles não fariam manifestações furiosas, exigindo o fechamento do império global e o fim de toda “ajuda” estatal a Globo?
Quanto aos cristãos em geral e aos evangélicos em particular, a Globo sabe que pode pisoteá-los à vontade, pois a reação máxima da população evangélica é manifestar algum leve protesto passageiro e depois esquecer o caso. Em resposta, a Globo boceja.
Ao contrário dos cristãos, ativista homossexual nenhum leva desaforo para casa.
Contudo, fora das novelas a realidade é dura com os evangélicos. Desde que chegaram ao Brasil, eles enfrentaram hostilidades, preconceitos e — sim — martírios. Tudo isso por amor ao Evangelho.
No mundo inteiro, por ano são martirizados 200 mil cristãos: evangélicos, católicos, etc. Eles são mortos por amor ao Evangelho.
Nunca na história humana 200 mil homossexuais foram mortos por ano, por amor a sodomia. Afinal, vale a pena morrer pelo sexo anal?
Literalmente milhões de outros cristãos vivem hoje sob ameaça e violência direta diária de governos totalitários, quer comunistas ou muçulmanos.
A ONU debate a situação lamentável dessas vítimas silenciosas? Nem em novelas esses cristãos perseguidos são lembrados.
Enquanto as novelas do planeta global se ocupam com cenários de “vítimas” de mentira para ajudar as políticas pró-homossexualismo do governo Lula e da própria ONU, as vítimas reais padecem sofrimentos, torturas e mortes.
A “novela” mais recente do planeta global é a notícia do G1 com o título: ‘Estamos sendo injustiçados’, diz gay brasileiro que pede asilo nos EUA.
Se brasileiro sabe criar as mentiras mais mirabolantes para obter um visto americano, imagine os gays. O que um gay brasileiro poderia alegar para conquistar o asilo dos EUA?
O gay brasileiro Genesio Januario Oliveira Junior acusa o Brasil de ser “perseguidor” de gays, sendo que o Brasil tem hoje o governo mais pró-homossexualismo da história nacional e mundial. Ele pede asilo na hora certa e no lugar certo, pois Barack Obama tem a mesma obsessão pró-homossexualismo de Lula.
Se o gay noveleiro reclama de perseguição no Brasil, para que ir para os EUA? Em matéria de apoio político e legal ao homossexualismo, o Brasil hoje está anos adiante dos EUA.
O irônico é que os EUA, para onde quer ir o gay “perseguido”, foi fundado por cristãos evangélicos realmente perseguidos. Eles fundaram os EUA como um país onde as pessoas tivessem liberdade de adorar a Deus.
Mas ninguém imaginaria que tal liberdade seria futuramente distorcida para favorecer a adoração à sodomia. E ninguém nunca imaginaria que um dia a própria sodomia seria usada como desculpa para difamar, sujar e maltratar cristãos. De abrigo para cristãos perseguidos, os EUA estão se tornando abrigo para o homossexualismo e lugar perigoso para os cristãos.
Enquanto milhões de cristãos ao redor do mundo sofrem por amor a Jesus, os EUA de Obama e principalmente o Brasil de Lula lutam para que todos tenham acesso privilegiado à sodomia de todas as formas possíveis, com direito à doutrinação pró-homossexualismo compulsória para os cristãos e para todos os que não enxergam a “beleza” e “normalidade” da relação anal.
Entre os gays “perseguidos” fabricados pelas novelas e noticiários noveleiros e entre os cristãos perseguidos da vida real, os Obamas e os Lulas preferem sentar num sofá aconchegante para prestigiar as novelas.
Com as políticas pró-sodomia do Brasil e nos EUA, é de estranhar que um gay brasileiro acabaria usando a novela de “perseguição” para ganhar asilo nos EUA?
Genuinamente cercado por tal febre pró-sodomia, um cristão dos EUA e principalmente do Brasil pode facilmente acabar sendo acusado de “homofobia”, por simplesmente declarar o que Deus declara na Bíblia sobre o homossexualismo.
A diferença é que ele não tem direito de usar novelas para pedir asilo. Mas ele tem a vida real como testemunha: por amor a sodomia, os EUA de Obama e o Brasil de Lula (e na fila vem a ONU) decidiram que aqueles que amam a Deus e a Bíblia acima da sodomia não têm direito de viver uma vida sem perseguição.
Mesmo com direito privilegiado de oprimir cristãos, os ativistas gays ainda têm o direito de se apresentarem como “vítimas” necessitadas de asilo. Bem-vindo à era das vítimas opressoras!
Em 2007, K.Trenberth, meteorologista do IPCC, disse que "não há previsões climáticas feitas pelo IPCC. E nunca houve". Mas os xamãs dizem que há "consenso científico" sobre a influência do CO2 no clima, o que fez R. Lindsay, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA), dizer: "Chegaram ao consenso antes de a pesquisa ter começado".
Em janeiro de 2008 nevou em Bagdá e isso não ocorreu em todo o século 20 no mesmo ano e no atual, nevou na Síria, na Turquia, na Grécia e em grande parte da Ásia.
Na Europa e nos EUA o inverno é inclemente e nevou nos desertos de Mojave e de Las Vegas. Nada disso foi previsto pelos xamãs e videntes do IPCC, que, há 20 anos, fazem "projeções climáticas" para 20 ou mais anos depois. Mas o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) previu as enchentes de Santa Catarina com acerto e uma semana de antecedência. A frase é de Mark Twain: "Clima é o que esperamos tempo, é o que recebemos".
Há hoje apenas uma prova do "aquecimento antropogênico": os computadores do IPCC e adeptos.
É certo que a quantidade de CO2 no ar cresce muito tempo depois de a temperatura aumentar. Satélites e sondas meteorológicos também comprovam que, nos últimos 13 anos, a temperatura ficou estável nos dez primeiros e caiu nos três últimos.
O clima na Terra muda há bilhões de anos e a temperatura sobe há uns 20 mil, desde o fim da Era Glacial, quando uma enorme parte do hemisfério Norte esteve sob uma camada de gelo com mais de um quilômetro de espessura e o nível dos oceanos era uns 150 metros inferior ao atual.
Se não existe a teoria do clima, que modelos climáticos os videntes do IPCC processam nos seus supercomputadores? Um estudo de Koutsoyianis e outros autores, de 2008, confirma que "o desempenho dos modelos é fraco em escala de 30 anos (...) as projeções não são confiáveis e o argumento comum de que o seu desempenho é melhor em larga escala não tem fundamento".
Em 2007, K.Trenberth, meteorologista do IPCC, disse que "não há previsões climáticas feitas pelo IPCC. E nunca houve". Mas os xamãs dizem que há "consenso científico" sobre a influência do CO2 no clima, o que fez R. Lindsay, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA), dizer: "Chegaram ao consenso antes de a pesquisa ter começado".
O que significam então os fatos mencionados no primeiro parágrafo?
Só os pobres em espírito sabem. É ainda impossível provar se a Terra aquece ou esfria ou se começou a nova Era Glacial anunciada nos anos 1970 por atuais videntes do IPCC.
O clima depende de fatores físicos, químicos, geológicos, biológicos, oceânicos, glaciais, astronômicos e astrofísicos, mas eles garantem que o CO2 é o responsável e citam sempre dois estudos do século 19, de Fourier e Arrhenius, ambos sem validade científica atual e com muitos erros, mas por eles reverenciados com enternecido fervor religioso.
O artigo de Fourier é uma exposição literária, sem uma só equação e com muitos erros conceituais, apesar de não ter sido assim àquela época.
Arrhenius errou ao calcular a temperatura da Terra se não existisse o CO2 no ar e ao atribuir as eras glaciais à diminuição desse gás prático, disse que a sua teoria só poderia ser contestada se provassem que a retirada do CO2 não esfriaria a Terra e assim deu o mote para o "sumo sacerdote do aquecimento", o norte-americano Al Gore: "A ciência está feita". Quem quiser que prove o contrário.
O IPCC desconhece o que fez o físico meteorologista C.T.R. Wilson, inventor da "cloud chamber" -câmara de nuvens-, com a qual pretendia reproduzi-las em laboratório ganhou o Nobel de Física de 1927 porque a câmara possibilitou comprovar muitas previsões das teorias da relatividade e quântica. Wilson é o precursor dos importantes estudos sobre o clima no Instituto de Pesquisas Espaciais da Dinamarca e no Cern.
Às mudanças drásticas no clima ocorridas nos últimos 10 mil anos são atribuídos os colapsos das civilizações acadiana (Mesopotâmia, 2200 a.C), maia (Mesoamérica, há 1.200 anos) moche (Peru, há 1.500 anos) e tiwanaku (Bolívia/Peru, há mil anos).
Tudo isso ocorreu sem um grama do CO2 "antropogênico" no ar. Nem a devastação de cerca de 400 mil quilômetros quadrados nas pradarias dos EUA e do Canadá ("dust bowl", 1930 a 1936) é fruto desse gás, pois foi causada pela seca e o mau uso da terra.
Aos cultores dessa ciência climática vudu, sem teoria nem comprovação experimental, restou fazer ameaças, frases feitas e reuniões estridentes no Rio, em Bali e em Poznam para salvarem a Terra. E ungir mais um sumo pontífice, o barão Stern of Brentwood, que, na Oxonia Lectures de 2006, fez a cândida confissão: "Em agosto ou julho do ano passado, eu tinha uma ideia sobre o efeito estufa, mas não estava seguro".
Meses depois, sacramentado como sábio pelo governo inglês para elaborar o relatório Stern, um cartapácio de 700 páginas, quer fortalecer o ecoterrorismo. O barão veio a esta Terra dos papagaios e causou enorme sensação, apesar da sua sabença oca.
José Carlos de Azevedo, 76, é doutor em física pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA). Foi reitor da UnB (Universidade de Brasília).
Embora seja um proletário armado pelo comunismo, Battisti não procurou abrigo em Cuba. Não é burro. Sabe que lugar bom para ele é no país onde o PT manda.
No 1984 de George Orwell, o Ministério da Verdade cuida da propaganda; o Ministério da Paz cuida da guerra; o Ministério do Amor é responsável pela polícia ideológica. No Brasil, o ministro da Justiça é Tarso Genro. Quando os boxeadores cubanos se desgarraram de Fidel Castro em solo brasileiro, Tarso Genro tomou as providências necessárias para que os desgraçados traidores da causa fossem imediatamente mandados de volta para a ilha particular do comandante. Tudo muito rápido, sem burocracia. O democrata Hugo Chávez se solidarizou e emprestou um avião para fazer o translado das mercadorias na calada da noite.
Já Cesare Battisti é um herói. Matou pela causa. Merece todas as regalias. Tarso Genro não vai permitir que nada de mal aconteça ao assassino que é chamado por seus amigos no Brasil pelo rótulo inofensivo e um tanto romântico de “ativista”. Embora seja um proletário armado pelo comunismo, Battisti não procurou abrigo em Cuba. Não é burro. Sabe que lugar bom para ele é no país onde o PT manda.
Quando os guerrilheiros do MST decidiram que os vigias da fazenda em Pernambuco deveriam ser perseguidos e executados com tiros na cabeça, Tarso Genro afirmou que não havia motivo para preocupação: as execuções promovidas por bandidos financiados com dinheiro público foram só uma ação uma pouco mais “arrojada”. As famílias dos vigias assassinados ouviram isto do governo brasileiro: “ação arrojada”, e nada mais.
Já os arrozeiros de Roraima são uma peste que precisa ser eliminada, e eliminada logo. Tarso Genro avisou nesta terça, 24 de março, que “a Força Nacional já está alertada, parte dela já está preparada para uma intervenção, se isso for necessário". Ele disse mais: "Nós esperamos que a saída das pessoas que estão ocupando ilegalmente terras públicas, terras indígenas, seja uma saída pacífica". Produzir arroz e empregos em Roraima é uma ação arrojada demais, e tudo tem limite. Tá na hora de botar aqueles cachorros pra correr.
Tarso Genro é autor de uma apologia de Lênin, o que já basta para saber que sua concepção de justiça é baseada única e exclusivamente nos interesses do partido. Há poucos meses, ele contou orgulhoso à revista Caros Amigos que o governo Lula havia avançado "um passinho" rumo ao socialismo. Por que a modéstia?
A única maneira técnica e moralmente correta de combater a crise é deixar as coisas se ajustarem via mercado. Quem quebrou, quebrou, ponto final.
No artigo publicado no New York Times e reproduzido na edição de hoje do Estadão (“Política financeira do desespero”). O laureado economista se coloca contra o plano trilionário ontem anunciado por Obama, que basicamente está sintetizado na fórmula "cash for trash" (dinheiro por lixo), ou seja, o governo Obama deixa tudo como está e simplesmente faz o Tesouro perder dinheiro pela compra dos ativos ditos “tóxicos” em poder dos bancos.
Nas palavras de Kurgman: “É mais do que uma decepção. Na realidade, isso me enche de desespero. Afinal, acabamos de passar pela tempestade provocada pelas bonificações pagas pela AIG aos seus executivos. Ao mesmo tempo, o governo não conseguiu dirimir as indagações a respeito do que os bancos estão fazendo com o dinheiro dos contribuintes”.
Duas coisas são importantes. Krugman deu-se conta da enormidade da gravidade da crise, o que é positivo, pois sua voz é ouvida pelos decisores do governo Obama. Mas, infelizmente, se Krugman acerta no diagnóstico, erra dramaticamente no remédio que propõe para a superação da crise. Em artigo anterior eu sintetizei que basicamente existem duas maneiras de compreender os fatos econômicos e Krugman infelizmente está do lado errado do caminho.
O laureado economista aponta corretamente o grande engano do governo Obama: “E agora Obama aparentemente montou um plano financeiro que, em essência, pressupõe que os bancos são fundamentalmente sadios e que os banqueiros sabem o que estão fazendo. É como se o presidente estivesse determinado a confirmar a crescente percepção de que ele e sua equipe econômica não têm senso de realidade, que sua visão econômica está obnubilada por vínculos excessivamente estreitos com Wall Street. Quando Obama se der conta de que precisa mudar de curso, seu capital político talvez já tenha desaparecido”.
Obviamente que os bancos estão quebrados, e não sadios, e estão deixando de desempenhar suas funções. Sua constatação é precisa. Pena que não tira dela os corolários lógicos. Se os bancos estão quebrados, fechem, deixem que outros tomem o seu lugar. Krugman discorda em limpar com dinheiro público os ativos insolventes dos bancos, mas em seu lugar que fazer algo ainda pior e moralmente condenável: quer que a propriedade dos bancos passe ao Estado. Ora, essa varinha mágica não vai funcionar. Fazer o pagador de impostos assumir o ônus da irresponsabilidade dos banqueiros, por qualquer via, é imoral e é tecnicamente imprudente. Não servirá para combater sequer os sintomas da crise, quanto mais as suas raízes.
A única maneira técnica e moralmente correta de combater a crise é deixar as coisas se ajustarem via mercado. Quem quebrou, quebrou, ponto final. Argumentos de tecnocratas apocalípticos, que querem ajeitar as coisas agigantando o Estado não devem ser tolerados. É erro grave. O erro de Krugman está sintetizado no seguinte argumento: “Existe um procedimento consagrado pela prática para tratar dos efeitos de uma crise financeira abrangente: o governo assegura a confiança no sistema garantindo muitas dívidas dos bancos. E, ao mesmo tempo, assume o controle temporário dos bancos, para limpar seus livros contábeis”.
Procedimento consagrado uma ova! Sacerdotes do deus-Estado sempre aproveitam as crises cíclicas para elevar o tamanho da Besta Estatal e o que Krugman faz aqui é precisamente isso, receitar mais do mesmo veneno que está na raiz da crise, o gigantismo do Estado. É preciso repudiar com toda a força esse argumento. É chegada a hora do combate ao Estado Total. Gente como Krugman não poder ser levada a sério. É preciso cortar o mal pela raiz, reduzir o Estado, e não se fará isso estatizando o sistema bancário.
Krugman é daquele tipo de louco da anedota, com comportamento normal que, ao final da conversa inteligente e bem informada, afirma ao interlocutor ser o próprio Deus encarnado e que tem a salvação do mundo nas mãos. Está na hora de se pôr esses embusteiros no devido lugar. É hora de se tomar a defesa do livre mercado, a única solução verdadeira para a grave crise que está a ameaçar a humanidade.
Enfim, o fato de a revista estampar na capa Maria Vitória Benevides neste exato momento deixa claro o corporativismo mafioso que está por trás de personagens e publicações semelhantes, como a revista Piauí e a Caros Amigos, que se dedicam exclusivamente ao proselitismo esquerdista, travestido de jornalismo investigativo, e à ação entre amigos que é dar prestígio às figuras de esquerda dos meios jornalísticos, artísticos e acadêmicos, por meio de um colunismo social com textos mais extensos, que se pretende jornalismo cultural ou de opinião.
As bruxas estão soltas. Ao menos na capa de duas revistas mensais de cultura e atualidades, que se oferecem como alternativa ao leitor que procura nas bancas algo mais que o noticiário cotidiano. Primeiro, a Cult buscou ressuscitar a velhinha de Taubaté do petismo, dona Marilena Chauí que, desde apregoar que o universo se ilumina quando Lula fala, havia se recolhido à sepultura onde pontifica, o departamento de filosofia da Universidade de São Paulo.
Agora, a revista Brasileiros estampa em sua primeira página a efígie de dona Maria Vitória Benevides, que é apresentada nas chamadas como “uma mulher de garra”, “socióloga, educadora e cientista política”, que “vira fera para defender os direitos dos cidadãos”. Trata-se, evidentemente, de um desagravo que se faz à, vá lá, educadora, mas antes de comentá-lo é necessário tecer algumas considerações sobre a própria revista Brasileiros.
A publicação é um dos mais evidentes exemplares de jornalismo chapa branca dos meios de comunicação brasileiros. Não por acaso integra sua diretoria de redação o ex-secretário de imprensa de Lula, o petista histórico Ricardo Kotscho. Por acaso ainda menor, dos oito anunciantes que a publicação ostenta em suas 100 páginas, quatro são do governo, a saber: o Ministério da Educação, a Infraero, a Caixa Econômica e o Banco do Brasil.
Responde por um anúncio de página dupla a empresa de telefonia Oi, aquele bilionário imbróglio que reuniu na mesma mamata Daniel Dantas, Lulinha, José Dirceu e Luiz Gushiken. O sexto anúncio, bem menor, é da Associação Paulista de Medicina, uma entidade classista, e o sétimo e o oitavo, respectivamente de uma empresa jornalística e de uma churrascaria nas proximidades da redação de Brasileiros, têm todo o cheiro de permutas.
Enfim, o fato de a revista estampar na capa Maria Vitória Benevides neste exato momento deixa claro o corporativismo mafioso que está por trás de personagens e publicações semelhantes, como a revista Piauí e a Caros Amigos, que se dedicam exclusivamente ao proselitismo esquerdista, travestido de jornalismo investigativo, e à ação entre amigos que é dar prestígio às figuras de esquerda dos meios jornalísticos, artísticos e acadêmicos, por meio de um colunismo social com textos mais extensos, que se pretende jornalismo cultural ou de opinião.
Por que corporativismo? Porque Maria Vitória Benevides acaba de trombar com a Folha de S. Paulo no episódio do célebre editorial de 17 de fevereiro, que chamou o regime militar de 1964 de “ditabranda”. Diante do protesto histérico que dirigiu ao jornal por isso, Benevides (bem como Flávio Konder Comparato) foi chamada de “cínica e hipócrita”, o que é, de fato, pois sua suposta atuação no âmbito dos direitos dos cidadãos limita-se àqueles com quem compartilha a ideologia política.
Maria Vitória Benevides é simpatizante da ditadura cubana e do socialismo bolivariano chavista. Além disso, é uma estelionatária intelectual de marca, de vez que transformou sua atuação no campo científico ou pedagógico em militância política. Benevides é uma das criadoras da chamada “Educação em Direitos Humanos” que nada mais é do que esvaziar a pedagogia de seus conteúdos educacionais, substituindo-os pela propaganda política.
Nas palavras da encomiástica reportagem de Brasileiros, “um ensino que tenha como preocupação central o fortalecimento de um espírito democrático, uma cultura de paz, de tolerância coma diversidade e o exercício da cidadania”. Em suma, a “pedagogia do oprimido”, um ensino politicamente correto...
Ora, uma revista mensal – particularmente uma revista mensal bancada com o dinheiro público – dedicar sua reportagem de capa ao desagravo de Maria Vitória Benevides deixa bem claro o comportamento da "intelekitualidade" esquerdista nacional: mexeu com um, mexeu com toda a patota, que sai incontinenti em defesa do par que se considerou ultrajado.
Não bastasse o abaixo-assinado com cerca de 3,5 mil assinaturas e o ato público feitos em solidariedade à professora diante da redação da Folha, que contou com cerca de 300 participantes, soma-se agora a capa de uma revista mensal, que visa dar a Benevides uma importância maior do que de fato tem. A reação é, evidentemente, desproporcional à relevância dos fatos, mas por isso mesmo serve para mostrar o ânimo e o poder de fogo da corporação acadêmica petista.
Sim, pois se o homem é um bios politikos, em termos aristotélicos, tratá-lo como um ser vivo de caráter global seria desconsiderar sua civilização, sua cultura, sua localidade constitutiva, enfim, sua existência em termos cosmológicos e culturais, vez que a definição do corpo político em sentido global levaria a uma situação de total perplexidade e anomia do homem acerca de seu corpo político efetivo.
A comunhão política das sociedades, de um modo geral, supõe que alguns valores sejam partilhados por todos os seus membros. Assim, o bem comum, valor supremo da comunidade política, aparece como fundamento e finalidade da mesma. De um modo especial, as sociedades ocidentais costumam contemplar o bem comum a partir de três vertentes axiológicas: o bem comum como PAZ interna, o bem comum como SEGURANÇA externa, o bem comum como conjunto integrado dos princípios estruturantes dos níveis existenciais constitutivos de toda sociedade política organizada. Nesse último caso, em particular, temos que o bem comum é concebido como um conjunto de bens/fins relativos a cada nível hierárquico da sociedade organizada seja em nível primário (pessoa humana e família), em nível intermediário (os grupos e organizações sociais articuladas) ou em nível último (a sociedade amplamente considerada em termos nacionais ou ainda regionais).
A constituição existencial das sociedades parte da própria noção ontológica de ordem subjacente à estruturação natural dos níveis, assim como os vínculos constitutivos existentes entre os mesmos. A dizer: a ordem natural da sociedade é marcada pela existência e pela relação dos níveis hierárquicos entre si, em uma interação jurídica e política. Tal ordem natural é expressa pelo Princípio da Subsidiariedade, princípio presente tanto na Doutrina Social da Igreja Católica quanto em alguns ordenamentos jurídicos atuais, como por exemplo, o Tratado de Maastricht (União Européia).
O Princípio da Subsidiariedade é valor presente em todas as sociedades humanas, sendo Princípio correlato da Dignidade da Pessoa Humana, em sua dimensão de sociabilidade natural.
Contrariamente a isso, porém, algumas medidas de caráter protetivo em matéria de Direitos Fundamentais vêm sendo, propositalmente, relevadas para o plano da política internacional, no claro objetivo de atribuir ao ser humano um tratamento de “cidadania internacional”. Claro que o ser humano é internacionalmente titular de certos Direitos Naturais Fundamentais que lhes são correlatos. Contudo, em nome desses direitos, alguns movimentos globalistas têm dado tratamento de direito internacional para direitos cuja natureza e realização demandam uma postura local do Poder Público, e não internacional. A saber: pelo Princípio da Subsidiariedade, alguns Direitos Fundamentais se realizam na seara da Dignidade da Pessoa não por uma postura da ONU ou dos órgãos internacionais, mas a partir de uma proteção efetiva por parte do Estado local, em razão de sua proximidade com a comunidade política organizada.
Jacques Maritain, em seu Homem e o Estado, nos fala do corpo político, dizendo que a comunidade de pessoas humanas, os grupos intermediários e o Estado com seu conjunto de instituições políticas formam um todo cujo vínculo efetivo se dá em virtude de uma mesma finalidade: o bem comum. Segundo Maritain, assim, o bem comum é absolutamente necessário para a existência política de uma sociedade, sem o qual a mesma não possui nem fundamento nem finalidade.
Diante disso, o Estado e o corpo político de um modo geral seriam responsáveis pela atualização de certos direitos fundamentais da pessoa humana, a fim de realizar, na medida do possível, certos atributos relativos à sua própria dignidade, ainda que a maior parte dos direitos relativos a esta mesma dignidade sejam direitos individuais, em que a realização dos mesmos pressupõe a mera liberdade natural dos seres humanos.
O que vê acontecendo, ultimamente, no debate doutrinário e legislativo sobre a relevância “internacional” acerca de alguns desses direitos é a abertura programada de um caminho para que tais direitos sejam contemplados na seara das relações e das instituições globais. E tal, a luz do Princípio da Subsidiariedade, pode acarretar a artificialização no trato com relação a tais direitos. Sim, pois se o homem é um bios politikos, em termos aristotélicos, tratá-lo como um ser vivo de caráter global seria desconsiderar sua civilização, sua cultura, sua localidade constitutiva, enfim, sua existência em termos cosmológicos e culturais, vez que a definição do corpo político em sentido global levaria a uma situação de total perplexidade e anomia do homem acerca de seu corpo político efetivo. A distância entre o ser humano e a ONU acabaria não só com a Soberania estatal e, assim, com a Soberania de uma sociedade sobre seu território, mas também com todos os elementos culturais e simbólicos que interagem na natural constituição subsidiária das sociedades. Assim, transferir o debate de direitos fundamentais para um nível superior de consideração social, a saber, um nível supra civilizacional, exigiria respostas para duas perguntas: primeiro, que tipos de direitos podem ser contemplados internacionalmente? E segundo, quais direitos não aceitam tal globalização, por atributos de sua localidade inerente?
Sem as respostas à essas perguntas, parece-me que o debate resta empobrecido e que inúmeros direitos e garantias fundamentais da pessoa humana podem estar com os dias contados. Sim, pois se o plano globalista em marcha realmente “revolucionar” a ordem natural de constituição das sociedades, a saber, acabar com o Princípio da Subsidiariedade e com a fundamentação cosmológica das civilizações, devemos nos preparar para viver em um futuro Estado Mundial nos moldes traçados por Huxley, pois a definição do que seja ou não direito fundamental ficaria ao encargo dos poderosos invisíveis da ONU, isto é, dos agentes revolucionários da “transformação planetária”. Em busca de um “mundo melhor”, essa “nova ordem” buscada pelos globalistas implica na artificialização do ser humano e na criação gnóstica de um “paraíso terrestre” construído por homens que se julgam “perfeitos”.
Ocupação de espaços na sociedade, fomentar a luta de classes, criar atos de desobediência civil e se preparar para uma luta armada. Esses são alguns pontos dos “cursos de capacitação de militantes”, ministrados para integrantes do MST.
Os cursos de capacitação de militantes de base do Cone Sul são realizados, de forma periódica, a partir de uma parceria entre o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra) e a CLOC (Coordenadoria Latino-Americana de Organizações do Campo). Uma das versões desses cursos, o que foi realizado em 1999 na Chácara São Francisco em Sidrolândia, antigo seminário cuidado por dois padres capuchinhos, chegou a ser documentada em uma série de reportagens publicadas no jornal O Estado de São Paulo.
Uma característica comum a todos os cursos é o trabalho ideológico feito junto aos militantes. A ocupação da terra para nela trabalhar já não é a questão principal.
Ocupação de espaços na sociedade, fomentar a luta de classes, criar atos de desobediência civil e se preparar para uma luta armada. Esses são alguns pontos dos “cursos de capacitação de militantes”, ministrados para integrantes do MST. Esses itens foram tirados de uma das apostilas utilizadas no 5º curso de capacitação de militantes de base do Cone Sul, realizado entre os dias 20 de abril e 17 de maio de 2002 na Chácara dos Padres Palotinos, em Glória de Dourados. Os cursos são para militantes do Brasil, Paraguai, Argentina, Chile e Bolívia. Os instrutores são brasileiros e estrangeiros.
As apostilas, todas elaboradas em espanhol pelo MST e pela CLOC, abrangem temas como relações internacionais, história da luta por terras em diversos países, introdução à filosofia, comunicação popular, economia política, entre outros.
Um dos assuntos do curso foi intitulado “Os desafios atuais do MST”, e na apostila se coloca a necessidade de ocupação de espaços cada vez maiores na sociedade como base de mudança estrutural. “A ocupação de espaço deixa de ser uma ação oportunista para se transformar em uma atitude revolucionária”, pode-se ler na introdução do tema.
Uma das indicações do curso é sobre a forma de ocupar espaços na sociedade. “A sociedade não é algo abstrato nem tampouco se compõe só de pessoas. A sociedade é algo concreto, que se organiza no tempo e no espaço, com pessoas, estruturas, normas, valores e culturas. Por isso quando falamos em ocupar espaços devemos especificar que lugar é esse e de que maneira se pode fazer isso sem ferir a sociedade. Primeiramente ganhando a sua simpatia e, num segundo momento, garantindo a sua participação”, afirmam os instrutores.
Quando se fala em guerrilha não existe exagero. Durante o curso os militantes aprendem que é necessário retomar a discussão sobre um “projeto nacional que se contraponha ao projeto de globalização, formule novas táticas para desenvolver a luta de classes no país e termine com a ilusão de democracia social de mudar as estruturas apenas com a via eleitoral”. O que está sendo proposto, na realidade, é a ruptura com o sistema democrático e mudanças através de um sistema revolucionário.
Uma das táticas aprendidas pelos militantes durante o curso são as formas de lutar para mudança ou alteração das leis. Segundo a apostila, uma das formas eficientes é a desobediência civil. “Quando as leis são feitas para garantir o privilégio de uma minoria... devem ser desobedecidas”. Para que isso possa acontecer o que se propõe são invasões para “garantir” a manutenção de direitos. São dados exemplos como o da educação. A proposta é, se não existem vagas numa determinada escola para todas as crianças, os pais devem ocupar a escola e só desocupá-la quando as vagas estiverem garantidas. O mesmo é proposto com relação à saúde, com a ocupação de postos de saúde.
Os militantes aprendem durante o curso que a população, pouco a pouco, deve se organizar, se transformar numa “força organizada” para atingir seus objetivos. “A composição dessa força se dará através da expressão orgânica que essa organização adquire, podendo se manifestar na forma de partido, organização política, exército ou frente de diversas forças que buscam os mesmos objetivos”.
Esses objetivos são detalhados um pouco mais adiante, na apostila. “O verdadeiro princípio das forças de transformação estão nas massas organizadas, que devem seguir e formular a teoria revolucionária para que esse grande movimento social possa realizar a revolução”.
Para que os militantes possam ter uma base melhor de entendimento dos preceitos ministrados pelos instrutores, uma das disciplinas do curso é denominada “Princípios da teoria revolucionária e científica”, onde se estuda, basicamente, a teoria marxista.
Na apostila eles deixam claro que “o marxismo é a ciência da história” e como tal se desenvolveu através de novas perspectivas criadas a partir dos acontecimentos verificados no último século. Eles citam três autores que teriam contribuído para a evolução do marxismo no Brasil: Florestan Fernandes, Darcy Ribeiro e Paulo Freire.
“Esses companheiros tiveram a coragem de avançar o marxismo de acordo com a nossa realidade no campo da sociologia, pedagogia e antropologia”, afirma.
A apostila é encerrada com um pensamento. “Se alguém disser que esses espaços não devem ser ocupados por nossa organização porque esses temas não nos competem, diremos, sem medo de nos equivocar: os audazes sempre prevalecem sobre os medrosos”.
“Es justo en este momento que se hace elemental retomar la discusión sobre cuestión del proyecto nacional que se contraponga al proyecto globalizador formule nuevas tácticas para desarrollar la lucha de clases en el país y termine con la ilusión demócrata social de luchar por el cambio solo por vía electoral”.
La población debe acostumbrarse a ser desobediente, siempre que sienta que sus derechos están siendo amenazados o negados. Como ejemplo podemos citar la educación. El gobierno garantiza que la educación debe ser gratuita y obligatoria, pero los padres de familia no encuentran lugares en las escuelas”.
Para que os trabalhadores tenham um incentivo cada vez maior para as ações, o sentimento deve ultrapassar ao da própria necessidade de terra para trabalhar. O sentimento deve chegar a um ponto quase religioso. Para isso é trabalhada, durante os cursos, a questão da “mística” do MST. Ali aprenderam que, “na Mística, os símbolos desempenham o papel de guias que representam o esforço coletivo; não são mitos, são reais e, por isso, cantar o Hino (Nacional) com os punhos fechados não é um simples gesto, representa desobediência à ordem estabelecida”. A bandeira e a foice são os principais símbolos do MST e devem ser exibidos com orgulho e destaque nas caminhadas, ocupações de prédios públicos, marchas, acampamentos e invasões de terra. “A militância precisa de um templo que consolide seu caráter e o compromisso com os ideais de uma nova sociedade: a mística tem essa função!”
Somados à CONTAG (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), à CUT (Central Única dos Trabalhadores), ao Partido dos Trabalhadores (PT), e valendo-se do apoio de entidades religiosas “úteis” como a CPT (Comissão Pastoral da Terra), da Igreja Católica, além de múltiplas ONGs (Organizações Não-Governamentais) nacionais e estrangeiras, dinheiro não é nem será problema para bloquear estradas, promover invasões, ocupações e acampamentos em todo o País, sob o comando da Coordenação–Geral. Dinheiro doado pelo próprio governo, a meta é a tomada do poder. Ou, como todos os documentos do MST são finalizados, “Até a vitória, sempre”.
Fonte: Folha do Povo – Campo Grande/MS – 22 novembro 2005
Se instados a citar o principal crítico do marxismo, a maioria dos economistas simpáticos ao livre mercado iria mencionar Eugen von Böhm-Bawerk, que em seu tratado Capital and Interest (Capital e Juro) e em seu folheto Karl Marx and the Close of His System (Karl Marx e o Fim do Seu Sistema) demoliu por completo a teoria do valor-trabalho, o sustentáculo da economia marxista.
Mas a teoria do valor-trabalho é apenas uma parte do marxismo. E quanto ao resto do sistema? É aqui que se faz necessário analisar a obra do maior e melhor aluno de Böhm-Bawerk, Ludwig von Mises, cuja análise devastadora do marxismo é de inigualável excelência. Sua contribuição à crítica do marxismo é encontrada principalmente em dois de seus livros: Socialismo e Teoria e História.
O Manifesto Comunista (1848) famosamente declara: "A história de todas as sociedades existentes até hoje é a história da luta de classes". Cada sistema social, na visão marxista, é caracterizado por uma diferente variedade de conflitos de classe. No sistema capitalista, obviamente, o infindável conflito se dá entre capitalistas e proletários. No decorrer da batalha social entra as classes, os membros ou amigos de cada classe elaboram teorias de vários tipos voltadas exclusivamente para a defesa daquela classe. Essas teorias, independente do que digam, não se originaram da busca pela verdade objetiva. Como todo o pensamento "ideológico", as teorias econômicas, sociais e políticas refletem meramente o interesse de classe.
Mises, mais vigorosamente do que qualquer outro crítico de Marx, transpôs e descortinou a essência dessa visão falaciosa. Se todo o pensamento sobre questões sociais e econômicas se baseia na questão social, o que dizer sobre o próprio sistema marxista? Se, como Marx orgulhosamente proclamava, sua intenção era explicar para a classe operária sua condição de espoliada, por que então qualquer uma de suas visões deveria ser aceita como verdadeira? Mises corretamente apontou que a visão de Marx era autorefutável: se todo pensamento social é ideológico, então a proposição marxista é em si ideológica, o que faz com que seus fundamentos já nasçam naturalmente solapados. Na sua obra Teorias da Mais-Valia, Marx não consegue conter seu escárnio em relação à "apologética" de vários economistas burgueses. Ele não percebeu que, ao escarnecer constantemente a tendenciosidade de seus economistas contemporâneos, ele estava cavando a sepultura de seu enorme trabalho de propaganda em favor do proletariado.
Mises nunca se cansou de enfatizar um tema que ele expressou sucintamente em seu livro Liberalismo: "O homem tem apenas uma ferramenta com a qual lutar contra o erro: a razão". Por "razão", ele se referia a um procedimento lógico de validade universal. Aquele que nega o poder da razão cai em contradição - logo, está se refutando a si próprio. Se a razão for subordinada a alguma outra faculdade, seja o interesse de classe, o conhecimento hermenêutico ou qualquer outra idiossincrasia não-racional que seja atraente, o resultado não será outro que não uma estultice. Se não há lógica, qual razão pode haver em qualquer postulado?
O ataque de Mises ao marxismo não se limitou à essencial porém hermética área da epistemologia. Ele também analisou em detalhes os principais temas da interpretação marxista da história. De acordo com Marx, o segredo da história está nas forças da produção. (Grosso modo, as forças de produção de uma sociedade consistem na tecnologia dessa sociedade). Essas forças, ao longo da história, apresentam uma constante tendência ao desenvolvimento. À medida que o fazem, elas exigem mudanças nas relações de produção, isto é, no sistema econômico e social que existe em uma determinada sociedade. Em um momento, por exemplo, o feudalismo era o sistema que melhor estava adaptado para desenvolver as forças de produção. A partir do momento em que ele deixou de ser o sistema mais eficiente, o capitalismo o substituiu, quebrando aquilo que Marx chamou de "grilhões" que a economia senhorial do feudalismo impunha à produção. Por sua vez, por imposição das forças de produção, o capitalismo será substituído pelo socialismo, um sistema que, como Marx antecipou, seria imensamente mais produtivo que seu antecessor.
Em seu livro Teoria e História, Mises apresentou uma simples indagação que se comprovou letal à alegada "ciência do materialismo histórico". Como foi explicado, o crescimento das forças de produção supostamente é a causa mor das revoluções. É ele que impele a sociedade a realizar mudanças drásticas em sua estrutura. Mas o que exatamente determina esse crescimento das forças de produção? Como Mises vivia dizendo, apenas indivíduos agem. As classes, as "forças de produção", "as relações de produção", etc., são em si apenas abstrações. Separadas da ação dos seres humanos, elas são nulas e impotentes. Assim como o Geist (Espírito) hegeliano, as forças de produção de Marx são um fenômeno que se desenvolve autonomamente e que governa a vontade humana. Marx jamais se preocupou em explicar como tais forças, elas próprias os efeitos da ação humana, podem exclusivamente determinar toda a importante ação humana.
Uma vez que se tenha entendido que são os indivíduos que agem - e não as forças de produção -, todo o esquema marxista sobre a evolução histórica cai por terra. Se são os seres humanos que criam por seus próprios atos as forças de produção, ao invés de serem as forças de produção que determinam esses atos, então a transição de um sistema econômico para outro não é uma inevitabilidade, como Marx dizia ser. Tais mudanças irão ocorrer apenas se as pessoas agirem para criá-las - e somente assim. Se alguém contestar dizendo que existem leis que determinam a ação humana, esse contestador terá de ter a bondade de produzir essas leis para que possamos examiná-las. Agora, que os resultados daquilo que as pessoas criam podem não ser aqueles esperados, isso já é outra discussão.
O marxismo, como o "filósofo" stalinista M.B. Mitin gostava de afirmar pomposamente, é "um chamado à ação". E a ação que os marxistas têm em mente é obviamente a substituição do capitalismo pelo socialismo. Em uma famosa passagem no volume III do Capital, Marx antevê um futuro auspicioso sob as bênçãos do socialismo, no qual as pessoas poderão dedicar a maior parte do seu tempo ao lazer. Trabalhar pelo mero sustento se tornará simples memórias de um passado longínquo.
Tal é a promessa marxista. Porém a realidade, como Mises demonstrou, era algo bem diferente. Em seu argumento, Mises não se baseou empiricamente nos resultados do experimento socialista na Rússia soviética. Ao invés disso, como aqueles familiarizados com seu método praxeológico já imaginam, Mises ofereceu a prova de que o socialismo era em sua natureza impossível.
Ele apresentou seu argumento em um famoso artigo publicado em 1920 que, com maior elaboração, foi incorporado a sua grande obra Socialismo (1922). Como é característico de Mises, seu argumento em essência é um só (o grande economista austríaco tinha um infalível instinto para analisar o âmago de qualquer teoria por ele considerada): dada uma lista de bens a serem produzidos - sejam aqueles desejados pelos membros da sociedade (os consumidores) ou aqueles planejados por um ditador - qualquer economia desenvolvida precisa ter uma maneira de decidir como empregar seus recursos da melhor maneira possível para produzir os bens desejados.
Sob o capitalismo, esse desafio é respondido totalmente à altura das dificuldades apresentadas. Os recursos que existem - a terra, o capital ou o trabalho - são propriedade de indivíduos. Essas pessoas irão comercializar suas propriedades no mercado. Ao fazerem isso, elas poderão precificar os bens de produção de acordo com a eficiência com que estes podem ser utilizados para atender os desejos dos consumidores.
Os detalhes desse complexo e fenomenal processo não podem ser aqui elaborados. Porém, em todo caso, ninguém pode seriamente negar que o livre mercado é capaz de realizar a tarefa do cálculo econômico acima descrita. O ponto principal da acusação de Mises ao socialismo, e o aspecto mais controverso de seu argumento, é sua afirmação de que somente o capitalismo pode resolver o problema do cálculo econômico. O socialismo, em particular, não pode.
Novamente sem entrar em detalhes, o ponto principal do raciocínio de Mises pode ser rapidamente entendido. O socialismo por definição consiste no gerenciamento centralizado da economia, sendo que seus principais meios de produção são de propriedade "pública", ou seja, do governo. Como pode um sistema centralizado, onde não há mercados, decidir qual é a maneira mais eficiente de se utilizar os recursos necessários para a produção de um determinado bem? Pois se não há um livre sistema de preços para balizar a produção, a utilização de recursos passa a ser feita às cegas. Qualquer "preço" que o planejador da economia imponha para qualquer bem será arbitrário e não terá qualquer valor para um cálculo genuíno. (Um detalhe técnico deve ser mencionado para que o argumento não seja mal entendido: Mises afirma que um sistema socialista não tem os meios para calcular os preços dos bens de produção, o mesmo não sendo necessariamente válido para os preços dos bens de consumo ou bens de primeira ordem).
Ou seja, a explicação de Mises pode ser sucintamente resumida da seguinte forma: se os meios de produção pertencem exclusivamente ao estado, não há um genuíno mercado entre eles. Se não há um mercado entre eles, é impossível haver a formação de preços legítimos. Se não há preços, é impossível fazer qualquer cálculo de preços. E sem esse cálculo de preços, é impossível haver qualquer racionalidade econômica - o que significa que uma economia planejada é, paradoxalmente, impossível de ser planejada.
Podemos imediatamente ver como o argumento de Mises desfere o golpe de misericórdia no marxismo. Este sistema alega que o socialismo é uma inevitabilidade porque o desenvolvimento das forças de produção irá inevitavelmente levar à sua implementação. Mesmo que desconsiderássemos o argumento de Mises, de que o crescimento das forças de produção não é algo inevitável, poderíamos perceber que a visão de Marx é comicamente absurda: o capitalismo não apenas é o mais eficiente sistema econômico como também é o único sistema econômico eficiente. Se - por mais impossível que isso seja - as forças de produção de fato crescessem por conta própria, não seria o socialismo o sistema que elas iriam estabelecer. Seria o capitalismo.
Continuando seu ataque ao marxismo, Mises explorou o porquê de Marx não levar em conta o problema da eficiência. E nesse quesito a resposta de Mises não admite contestações. Marx não disse nada sobre o problema do cálculo simplesmente porque ele não dedicou atenção alguma às instituições econômicas do socialismo. Fazer isso, pensava Marx, seria o equivalente a estabelecer "modelos" para o futuro, no mesmo estilo dos socialistas utópicos, os quais ele sempre escarnecera. Com uma completa irresponsabilidade intelectual, ele pregava a derrubada da intricada economia capitalista - que ele próprio havia admitido ser a mais produtiva da história - para poder estabelecer um sistema cujas instituições ele sequer havia se dado ao trabalho de analisar.
Entretanto, quando se considera as respostas dadas a Mises por seus críticos socialistas, pode-se pensar que talvez a política de Marx - a de desconsiderar os problemas do socialismo - acabou sendo mais sabia do que ele poderia imaginar. Mises não teve dificuldades em refutar todas as soluções socialistas que foram tentadas em resposta ao seu problema do cálculo econômico. Alguns correram para a matemática: um sistema de equações simultâneas permitiria que os preços necessários fossem descobertos. Como, em um regime em constante mudança, essas equações funcionariam, é algo que os proponentes dessa idéia preferiram não responder.
A mais famosa resposta dada a Mises, entretanto, está em outra área. O economista polonês Oskar Lange, que residiu nos EUA por um bom tempo até que, após a Segunda Guerra Mundial, a bajulação e o charme da Polônia comunista acabaram com sua resistência e imunidade ao regime, alegou que a economia socialista não precisava necessariamente abandonar o mercado. Era possível que ambos coexistissem, embora para alguns a expressão "socialismo de mercado" tenha tanto sentido quanto um "círculo quadrado" - Lange, obviamente, não estava dentre os que pensavam assim. Mas sua proposta, conquanto original, não teve melhor sucesso que as outras. Mises submeteu-a a impiedosos ataques, os detalhes dos quais deixo para o leitor interessado explorar nos trabalhos de Mises. Em particular, sua iluminadora discussão sobre seus críticos em Ação Humana deve ser consultada.
Mises expôs inúmeros, cruciais e irremediáveis erros do marxismo. Uma leitura de suas críticas inevitavelmente fará com que se aplique ao marxismo o famoso trecho do poema "Ozymandias":
"Nada mais resta: em redor a decadência
Daquele destroço colossal, sem limite e vazio
As areias solitárias e planas espalham-se para longe."
David Gordon, membro sênior do Mises Institute, analisa livros recém-lançados sobre economia, política, filosofia e direito para o periódico The Mises Review, publicado desde 1995 pelo Mises Institute. É também o autor de The Essential Rothbard.
"The Soviet Story" é uma história de uma potência aliada. Ela ajudou os nazistas a lutar contra judeus e massacrar o seu próprio povo numa escala industrial. Assistida pelo Ocidente, este poder triunfou em 9 de Maio de 1945. Os seus crimes tornaram-se tabus, e a história completa do regime mais assassino da Europa nunca foi contado. Até agora..."
Obs: O vídeo está no formato .flv (Flash Link Vídeo). Para assistir, é necessário ter o pacote de codecs “K-Lite Mega Codec Pack” ou similar, instalado em seu computador.
Download do filme (Dividido em 13 partes - Legendado em português)
Gal. Olímpio Mourão Filho
"Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e vinte e quatro horas depois, a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso."
(MOURÃO FILHO, Olímpio. Memórias: a verdade de um revolucionário. Porto Alegre, L&PM, 1978. Pag. 16)
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Revista O Cruzeiro publicou em 1964 o que TODA A MÍDIA ATUAL, AS UNIVERSIDADES e a "INTELEQUITUALIDADE" BRASILEIRA tenta esconder: a situação do Brasil pré-1964
FATOS: Revista O Cruzeiro e o MOVIMENTO CÍVICO-PATRIÓTICO DE 1964