segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Nova informação sobre "A Pedofilia do Hamas"

Mídia Sem Máscara

No dia 29 de agosto de 2009, reproduzimos o artigo "A Pedofilia do Hamas", publicado em português pelo site DeOlhoNaMídia. Hoje, 25 de setembro, recebemos do leitor Rafael um forte indício - embora não uma prova cabal - de que os fatos divulgados na matéria são falsos, acompanhado da explicação de que, durante a cerimônia, as noivas ficam separadas dos noivos. Agradecemos ao leitor Rafael e aguardamos maiores esclarecimentos. No caso de comprovada a falsidade da notícia, não teremos a menor hesitação em desmenti-la completamente. Por enquanto, tudo nos parece incerto.

Confira aqui a foto das verdadeiras noivas e abaixo o link para a notícia enviada por Rafael.


http://news.ninemsn.com.au/world/844073/hamas-sponsors-mass-wedding-in-gaza


Honduras contra a mentira global

Mídia Sem Máscara

Colaboracionistas em profusão, espalhados pela mídia internacional, apressam-se em alardear que a presença do presidente criminoso na embaixada brasileira desestabiliza o regime hondurenho e o predispõe a concessões. Isso é pura guerra psicológica. Quem quer trégua não priva o inimigo de água e comida, nem atira nos agentes chavistas que o apóiam, camuflados de cidadãos hondurenhos. Quem está desestabilizada é a "ordem global", que mostrou toda a sua fraqueza, todo o seu desespero, ao ficar provado que, para destruí-la, basta um povo pequeno e corajoso dizer "Não".

Se algo os acontecimentos recentes em Honduras confirmam, é aquilo que venho dizendo há anos: quem quer que, sem ser esquerdista, preste algum favorzinho aos esquerdistas, acaba sendo acusado por eles de fazer exatamente o contrário do que fez, de ser um direitista feroz e intolerante que só os persegue, maltrata e atemoriza.

Em 28 de junho, a Suprema Corte de Honduras determinou a prisão do presidente Manuel Zelaya por ter infringido a Constituição e ameaçado usar a força contra o poder legislativo. Os militares, em vez de executar a ordem, deixaram-se enternecer pelo desgraçado e permitiram que escapasse para a Costa Rica. Resultado: a esquerda mundial inteira os acusa de ter "expulsado" Zelaya, de ter dado um "golpe", de ter "rompido a estabilidade das instituições".

Se tivessem prendido o delinquente e o levado a julgamento, a esquerda mundial poderia estar tão enfezada quanto está agora, mas não teria nenhum pretexto para dizer essas coisas. Teria de inventar outras mentiras, mais trabalhosas, menos persuasivas.

Não sei quantas décadas ou séculos de experiência e de sofrimento inútil a humanidade ainda precisará para compreender que indivíduos contaminados pela mentalidade revolucionária não são pessoas normais, confiáveis, das quais se possa esperar lealdade, gratidão, bondade ou acordo racional, mesmo em doses mínimas.

A história está repleta de casos de conservadores, católicos, protestantes, judeus, que arriscaram suas vidas para salvar comunistas perseguidos. Não consta dos anais do mundo um só episódio de comunista de carteirinha que tenha feito o mesmo por um reacionário, um só exemplo de radical islâmico que tenha arriscado o pescoço para livrar um infiel das garras dos aiatolás vingadores.

A mentalidade revolucionária não admite leis ou valores acima do poder revolucionário, não conhece caridade ou humanitarismo exceto como expedientes publicitários a serviço da revolução, não admite lealdade senão ao aparato revolucionário, não aceita a existência da verdade senão como simulacro de credibilidade da mentira revolucionária.

Com toda a evidência, é assim que funciona a mente dos srs. Luís Inácio Lula da Silva, Hugo Chávez, Marco Aurélio Garcia e demais próceres do Foro de São Paulo.

O sr. Lula acaba de dar mais um exemplo da sua mendacidade revolucionária infatigável, ao afirmar que o governo brasileiro nada sabia do retorno de Manuel Zelaya a Honduras, quando o próprio Zelaya confessa que foi tudo combinado com o sr. Marco Aurélio Garcia.

Colaboracionistas em profusão, espalhados pela mídia internacional, apressam-se em alardear que a presença do presidente criminoso na embaixada brasileira desestabiliza o regime hondurenho e o predispõe a concessões. Isso é pura guerra psicológica. Quem quer trégua não priva o inimigo de água e comida, nem atira nos agentes chavistas que o apóiam, camuflados de cidadãos hondurenhos. Quem está desestabilizada é a "ordem global", que mostrou toda a sua fraqueza, todo o seu desespero, ao ficar provado que, para destruí-la, basta um povo pequeno e corajoso dizer "Não".

Não acreditem em jornalistas que lhes apresentam a crise hondurenha como uma questão de aceitar ou rejeitar Zelaya na presidência. Esse problema nem sequer existe. Como presidente ou como cidadão, há uma ordem de prisão contra ele. Recolocá-lo no Palácio Presidencial é apenas garantir que ele irá para a cadeia com honras de chefe de Estado. Honduras não está lutando para se livrar de um político safado, mas para assegurar que a ordem legal e constitucional do país valha mais do que a opinião de bandidos e tagarelas estrangeiros autonomeados "consenso internacional".

Para lidar com essa gente toda precaução é pouca, toda suspeita é modesta, toda conjeturação de motivos sórdidos corre o risco de ficar muito aquém da realidade. Os hondurenhos parecem ser o primeiro povo do mundo que percebeu isso.

Diário do Comércio, 28 de setembro de 2009.

Cabeça erguida, Honduras

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A batalha de valores travada em Honduras envolve dois lados: a democracia liberal e a tirania socialista. Escolha o seu, porque a diplomacia petista já escolheu o dela.

O que está acontecendo é simples: subjugar Honduras é questão de honra para o Foro de São Paulo. Os bolivarianos não vão sossegar enquanto não conquistarem aquele território. Já tentaram diversas manobras. Cortaram programas de cooperação, enviaram agitadores profissionais, montaram circos diplomáticos para constranger as lideranças do país - apoiados por ninguém menos que o socialista chique Barack Hussein, é sempre bom ressaltar. Mas o tempo passa e Honduras resiste ao cerco. De pé, cabeça erguida. E essa marra os bolivarianos (nos governos e nos jornais) não toleram. A prioridade na agenda é destruir a fortaleza.

A comoção da quadrilha é compreensível: imagine ter seus planos frustrados pelas instituições representativas de um povo teimoso e alienado que não compreende os benefícios do socialismo do século XXI, tais como a submissão do indivíduo ao Estado e a estagnação econômica. Lula e Celso Amorim não cansam de reclamar, com ares de humanistas, que a reação hondurenha é inaceitável. O mundo não pode ficar calado! Nada de estranho no teor do protesto. Todo bandido considera inadmissível a ação da polícia.

A batalha de valores travada em Honduras envolve dois lados: a democracia liberal e a tirania socialista. Escolha o seu, porque a diplomacia petista já escolheu o dela. Quando Lula presta assessoria a Manuel Zelaya nas altas rodas da ONU, você deve lembrar que é o mesmo Lula que baba aos pés de Fidel Castro. É o mesmo Lula que vê na Venezuela "democracia até demais". É o mesmo Lula que quer meter garganta abaixo dos hondurenhos um regime opressor.

A eleição presidencial em Honduras deve acontecer no fim de novembro. Você percebe a corrida contra o tempo? Os bolivarianos têm dois meses para dar o golpe final. Do contrário, os hondurenhos irão às urnas e Zelaya estará liquidado, será mais uma página tragicômica no manual do perfeito idiota latino-americano. Não é possível entender a atual operação do Foro de São Paulo sem ter este cronograma em mente. A jogada desde o início foi apostar na guerra civil, tentar encurralar o governo Micheletti no caos. Mas os hondurenhos seguem firmes, e o tempo está correndo. Abrigar Zelaya em nossa embaixada é a prova inequívoca: se for preciso incendiar Honduras para entronizar o novo ditador do pedaço, Lula atira o primeiro coquetel molotov.

Publicado no jornal O Estado

Bruno Pontes é jornalista - http://brunopontes.blogspot.com

RBS, Globo, Folha, Estadão: apologia do caudilhismo comunista

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Se houver um banho de sangue a imprensa brasileira, além de Lula, Amorim, Hugo Chávez, têm que ser moralmente responsabilizada. Depois eu vou ver como vai ficar a cara dos apresentadores do JN.

A Rádio Gaúcha, no Programa Atualidade, saiu mais uma vez em defesa do caudilho-fantoche de Hugo Chávez, Manuel Zelaya e, por via de conseqüência, de Lula e seu ministro porra louca Celso Amorim. O Jornal Nacional, lacaio de longa data do lulismo, repete sem cessar "governo golpista" de Honduras.

É claro que isso não é nenhuma novidade - é um cacoete de papagaio. A imprensa brasileira não passa de um berrante monótono, unicórdio, de uma nota só, de cor vermelha. Como o New York Times, talvez o mais velho jornal comunista em atividade, deve estar correndo atrás dos bailout do Obama. Nos EUA estão pedindo e levando empréstimos milionários para sobreviverem. Enquanto isso nenhum centavo para arte, cultura, enfim, informação verdadeira. Já não conseguem mais se valer sozinhos, dependentes que estão do Estado que, diga-se de passagem, não lhes têm negado ajuda para reerguê-los dos prejuízos causados por suas mentiras. O que o consumidor tem de agüentar se entupindo de mentiras contadas com as caras mais sérias e as vozes mais sedutoras não tem tamanho. Aqui não deve ser diferente.

Homiziado na embaixada brasileira (na verdade, dependência do Foro de São Paulo) o fantoche comunista criou um affair internacional na hora em que Lula, seu criador, se pavoneia na ONU em Nova Iorque diante da clack internacional. Mas a imprensa desinformadora tenta justificar a "legitimidade" da invasão da embaixada brasileira pelo protegido do Foro de São Paulo repetindo o mantra da "unanimidade da comunidade internacional", ou "consenso internacional". A voz uníssona ecoa slogans já distantes das táticas leninistas de criar as situações e depois por a culpa no inimigo.

Mas o pior poderá suceder com o povo de Honduras. A situação estava calma e superada depois da insuflação à violência em Honduras feita há dois meses pelo ex-guerrilheiro sandinista, hoje mandando na OEA, José Miguel Insulza, braço direito de Hugo Chávez. Se houver um banho de sangue a imprensa brasileira, além de Lula, Amorim, Hugo Chávez, têm que ser moralmente responsabilizada. Depois eu vou ver como vai ficar a cara dos apresentadores do JN.

No RS o despreparo intelectual do jornalismo político de Zero Hora, e da Rádio Gaúcha, o que às vezes se confunde com ingenuidade juvenil, não é diferente. Estão vendidos à idéia socialista que ecoam com prazer de organizações criminosas como a ONU e a OEA dos nossos dias. Elas há muito não são instituições sérias e respeitáveis e sim braços e mecanismos do governo mundial. Ontem assistimos ao show do terrorista líbio, do iraniano maluco que quer destruir Israel, e Lula, abraçado nele.

Sabem menos ainda nossos jornalistas sobre o programa do governo mundial que tem no Foro de São Paulo o elo latino-americano para um projeto mundial totalitário. Ou fingem que não sabem? No caso americano tal regime caracteriza o Foro de São Paulo, entidade política criminosa bancada pela cocaína, seqüestro e contrabando de armas que tudo controla, e que elegeu 10 presidentes de repúblicas bananeiras e cocaleras nos últimos 15 anos, todas elas disfarçadas de democracias.

Ademais esses jornalistas nem se poupam do ridículo que é defender qualquer ato de Hugo Chávez, um palhaço da cena internacional. Deixaram os jornalistas de ver Hugo Chávez ao telefone, todo sorridente comemorando o grande feito do Celso Amorim?

Isso é desinformação; não é jornalismo Por que os veículos da RBS jamais mencionam o nome da "besta" foro de São Paulo? Por que o jornal que lidera campanha contra o crack não denuncia o Foro de São Paulo como organização política que controla as FARC, pelas quais chega a cocaína com que é feito o crack?

Será que não recebem também o bailout do Obama, ou a sua contraparte brasileira? Permitam-me inferir.

Mas por que a atração fatal pelo crime, em especial o crime comunista, o crime do bandido invasor, o crime do MST? Por quê?