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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Considerações sobre o desarmamento no Brasil
"O Alto Comissário do Povo para a Justiça, Tarso Genro, é um cidadão preocupado com a segurança da sua amada família. Não é por acaso que ele possui duas armas registradas em seu nome: um revólver e uma pistola. Ele sabe que assaltantes, assassinos e estupradores não se importam com o que está escrito no código penal. Sabe também que no seu estado, o Rio Grande do Sul, os homicídios aumentam a cada ano, mesmo após a entrada em vigor da lei nº 10.826/2003, o Estatuto do Desarmamento. O Estatuto do Desarmamento não foi promulgado para proteger os brasileiros. Muito pelo contrário, ele é o instrumento perfeito para subjugar a população e guiá-la, a força se necessário, pelo Caminho da Servidão. É uma norma ditada pela ONU, faz parte de um plano maior que pretende desarmar a população civil mundial"
"Nova pesquisa sobre a confiscação nazista de armas registradas -- e execução dos proprietários das armas -- proporciona uma lição pungente sobre por quê os americanos sempre se opuseram ao registro de pacíficos proprietários de armas de fogo. Criminosos individuais descarregam seus massacres sobre indivíduos ou pequenos números das pessoas. Como o século XX mostrou, governos terroristas têm a capacidade de cometer genocídio contra milhões das pessoas, desde que o povo esteja desarmado"
"O direito à vida, amparado pela lei natural e pela grande maioria das legislações positivas, é absoluto, por ser a origem de todos os outros. Forma peculiar de proteção à vida é a legítima defesa de si e de outrem. O nefasto Estatuto do Desarmamento, além de desrespeitar o direito de propriedade, constitucionalmente tutelado, e de lançar as bases de uma cultura da covardia e do capitulacionismo, arremete pesados e inflamados dardos contra a legítima defesa." (Rafael Vitola Brodbeck)
"Os entusiastas do controle de armas de fogo nos Estados Unidos e na Europa Ocidental têm muito a explicar após a divulgação de dois relatórios na semana passada que provam, sem sombra de dúvida, a bárbara loucura que é manter os cidadãos indefesos contra ameaças de criminosos armados. Apesar da verdade sobre o efeito de uma população armada contra a atividade criminosa, a "sabedoria convencional" que persiste entre nossa elite iluminada é a de que nós, o povo, devemos estar tão desarmados e tão impotentes quanto possível. É quase como se nossos líderes eleitos temessem a população armada tanto quanto os criminosos. Criminosos armados não temem vítimas desarmadas" (Jon E. Dougherty)
Lei de Armas Nazista de 1938 - Registro e Confisco
* Classificou armas para “propósitos esportivos”.
* Todos os cidadãos que desejassem comprar armas de fogo tiveram que se registrar com os funcionários Nazistas e ter um cheque-caução.
* Presumiu que os cidadãos Alemães eram hostis e assim isentaram Nazistas da lei de controle de armas.
* Deu para Nazistas o poder irrestrito para decidir os tipos de armas de fogo que poderiam, ou não ser possuídas pelos cidadãos.
* Os tipos de munição considerados legais estavam sujeitos ao controle por burocratas.
* Jovens abaixo de 18 anos não poderiam comprar armas de fogo e munição.
"A nova pesquisa no uso de Adolf Hitler das listas de registro para confiscar armas e a execução de seus proprietários ensina uma lição substancial – revela por que os cidadãos e o Congresso americano rejeitaram o registro dos proprietários de arma de fogo honestos.
[...]
Depois de invadir, os Nazistas usaram as listas de donos de armas, feitas antes da guerra, para confiscar as armas de fogo, e muitos proprietários de armas simplesmente desapareceram. Depois do confisco, o Nazistas estavam livres para descarregar o mal na população desarmada, como nos judeus desamparados do Gueto de Varsóvia."
http://constitutionalistnc.tripod.com/hitler-leftist/id14.html (em inglês)
"Em 1941, o Advogado Geral Norte-Americano Robert Jackson invocou o Congresso para ordenar o registro nacional de todas as armas de fogo. Devido aos eventos na Europa, o Congresso recuou, e a legislação foi introduzida para proteger a Segunda Emenda [*]. Rep. Edwin Arthur Hall explicou: "Antes do advento de Hitler ou Stalin, que, respectivamente, tomaram o poder do povo Alemão e Russo, medidas foram impostas nas legislaturas livres desses países para privar as pessoas da posse e uso de armas de fogo, de forma que eles não puderam resistir às invasões de tão diabólicas organizações policiais estatais como a Gestapo, o OGPU, e a Cheka".
[*] A Segunda Emenda garantiu a inviolabilidade do direito dos cidadãos possuírem armas de fogo para a sua defesa pessoal.
Alguns links:
- Da legítima defesa e seu exercício - http://www.endireitar.org/content/view/118/85/
- Repressão Nazista aos Donos de Armas - http://www.endireitar.org/content/view/160/85/
- Desarmamento, paz e direito natural - http://www.endireitar.org/content/view/122/85/
"The Soviet Story" é uma história de uma potência aliada. Ela ajudou os nazistas a lutar contra judeus e massacrar o seu próprio povo numa escala industrial. Assistida pelo Ocidente, este poder triunfou em 9 de Maio de 1945. Os seus crimes tornaram-se tabus, e a história completa do regime mais assassino da Europa nunca foi contado. Até agora..."
Obs: O vídeo está no formato .flv (Flash Link Vídeo). Para assistir, é necessário ter o pacote de codecs “K-Lite Mega Codec Pack” ou similar, instalado em seu computador.
Download do filme (Dividido em 13 partes - Legendado em português)
Gal. Olímpio Mourão Filho
"Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e vinte e quatro horas depois, a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso."
(MOURÃO FILHO, Olímpio. Memórias: a verdade de um revolucionário. Porto Alegre, L&PM, 1978. Pag. 16)
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Revista O Cruzeiro publicou em 1964 o que TODA A MÍDIA ATUAL, AS UNIVERSIDADES e a "INTELEQUITUALIDADE" BRASILEIRA tenta esconder: a situação do Brasil pré-1964
FATOS: Revista O Cruzeiro e o MOVIMENTO CÍVICO-PATRIÓTICO DE 1964
Um comentário:
Olá, amigo... tem um prêmio para você lá no Blog do Clausewitz... espero que aceite e faça suas indicações... feliz 2009 e grande abraço...
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